Empresa brasileira participa pela primeira vez como expositora de uma das principais feiras mundiais do setor de revestimentos, por meio do projeto Ceramics of Brazil.

A FIESP divulgou uma nova edição do Boletim da Construção, traçando um panorama geral, com perspectivas do setor.
No mês de abril, as tarifas americanas — anunciadas e parcialmente efetivadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump — geraram caos e aumentam o risco de uma recessão global. Após idas e vindas, as novas taxas foram parcialmente e/ou temporariamente suspensas, mas já tiveram consequências econômicas significativas para o mundo como um todo. As projeções do FMI indicam um impacto negativo de 0,5% no PIB mundial no ano de 2025 e de 0,3% em 2026, com resultados menos contracionistas no caso brasileiro (-0,2% nos dois anos).
Os efeitos sobre o Brasil permanecem incertos, porém o país ficou em posição menos adversa, entrando no patamar mínimo de sobretaxa (10%). Por ser um setor (naturalmente) menos aberto ao mercado externo, a tendência na Construção é de impacto reduzido em relação ao restante da economia. No entanto, entre outros efeitos adversos, uma desaceleração global tenderia a reduzir o crescimento do Brasil e, consequentemente, do setor.
Confira a matéria na íntegra, com os dados e indicadores, no site da FIESP: Boletim da Construção - Maio 2025.
Empresa brasileira participa pela primeira vez como expositora de uma das principais feiras mundiais do setor de revestimentos, por meio do projeto Ceramics of Brazil.
Por meio do projeto Ceramics of Brazil, a empresa participa pela primeira vez como expositora do evento e reforça sua estratégia de expansão e posicionamento no mercado internacional.
Indicadores Imobiliários Nacionais referentes ao segundo trimestre de 2026, foram apresentados pela CNIC, nesta segunda-feira (24).