Encontro, exclusivo para associados, acontecerá no dia 10 de junho e apresentará estudo sobre os impactos do aumento dos custos de energia sobre a indústria e os desafios dos setores energointensivos.


Com uma mistura de crescimento fraco com forte desvalorização do real, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve continuar perdendo posições e cair, em 2021, para a 13ª posição na lista das maiores economias globais.
Em 2020, com uma queda de 4,1% do PIB em reais – mas retração de 23% no valor medido em dólares –, o Brasil já tinha retrocedido três posições, da 9ª para a 12ª colocação. Com isso, o país deixou no ano passado de fazer parte das 10 maiores economias do mundo, grupo que integrava desde 2006.
Em 2020, o Brasil foi ultrapassado por Canadá, Coreia do Sul e Rússia. Em 2021, deve perder mais uma posição, sendo ultrapassado pela Austrália.
O ranking, que leva em consideração o PIB convertido para dólares de 194 nações, é elaborado pelo economista Alex Agustini, da agência brasileira de classificação de riscos Austin Rating, com base nas projeções de crescimento globais feitas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
Os dados foram atualizados nesta terça-feira (6), depois de o FMI divulgar a nova edição de suas projeções para a economia mundial em 2021.
Nas novas estimativas do fundo, a expectativa de crescimento para o PIB do Brasil em 2021 foi revista de 3,6%, no relatório anterior, para 3,7% agora. O pequeno ajuste para cima, porém, ainda deixa o país para trás da média de crescimento global (6%), dos países emergentes (6,7%) e da América Latina e Caribe (4,6%) projetada para este ano.
Pelos dados do FMI e da Austin Ratings, o Brasil deve se manter na 13ª colocação até 2023, quando pode voltar a se recuperar e galgar espaço novamente entre as maiores economias do mundo.
Encontro, exclusivo para associados, acontecerá no dia 10 de junho e apresentará estudo sobre os impactos do aumento dos custos de energia sobre a indústria e os desafios dos setores energointensivos.
Acesse a análise da Anfacer para o setor.
O resultado reverte a queda de 2,4% registrada no quarto trimestre do ano passado e sinaliza uma retomada do ritmo de atividade da construção.