Setor manifesta que medida compromete as exportações para o principal mercado da indústria cerâmica brasileira.
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Nesta quarta-feira, 3 de junho, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) divulgou suas conclusões iniciais na investigação aberta contra 60 economias ao redor do mundo, conduzida com base na Seção 301 do Trade Act de 1974, que trata do combate ao trabalho forçado.O órgão concluiu que 54 dos países investigados falharam em proibir e fiscalizar efetivamente a importação de produtos oriundos de trabalho forçado.
Para esse grupo — que inclui o Brasil — o USTR recomenda a imposição de tarifas punitivas adicionais de 12,5%.
Já para os outros seis países investigados, onde também foi identificada falha na aplicação efetiva da proibição, a recomendação é de tarifas adicionais de 10%.
Em 1º de junho, o USTR havia publicado conclusões preliminares de outra investigação contra o Brasil, desta vez baseada em políticas comerciais consideradas "irracionais ou discriminatórias". Como medida preliminar, o escritório propôs uma tarifa adicional de 25% sobre importações brasileiras.
A Anfacer acompanha de forma permanente e atenta o desenvolvimento das investigações, monitorando todas as publicações e etapas do processo. A entidade seguirá mantendo seus associados atualizados sobre quaisquer desdobramentos relevantes e prazos envolvidos, incluindo eventuais decisões relacionadas à confirmação e à entrada em vigor das tarifas propostas.
Segue link para o texto completo da investigação.
Leia também a análise da Anfacer para a publicação do USTR divulgada em 01/06/2026
Setor manifesta que medida compromete as exportações para o principal mercado da indústria cerâmica brasileira.
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Entidade destacou a importância da indústria cerâmica brasileira para o mercado dos Estados Unidos e os impactos de uma eventual elevação tarifária