Capacitações realizadas em São Paulo, Paraná e Santa Catarina reuniram profissionais do setor e reforçaram o compromisso da iniciativa com a disseminação de conhecimento técnico.

O governo vai reformular o “Minha Casa, Minha Vida” e deve dar outro nome ao programa – “Casa Verde Amarela”. A expectativa é que o lançamento ocorra ainda este mês, segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. Mas ele ressalvou que a nova denominação ainda precisa ser aprovada pela área de Comunicação do governo.
Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Marinho disse que as bases da nova política habitacional estão definidas. Explicou que, primeiro, será lançado um programa para apoiar os municípios na regularização fundiária.
A ideia é dar escritura pública a pessoas que moram em áreas irregulares não reclamadas há pelo menos 5 anos, desde que não sejam encostas, margens de rios ou pântanos.
Quanto ao novo “Minha Casa, Minha Vida”, o ministro justificou que o programa já tem 16 anos e precisa ser reformulado.
Um dos equívocos é, na avaliação dele, a construção de mais de 500 mil moradias em locais sem transporte e infraestrutura básica, como creche e hospital. “Foram tomadas pelo tráfico. Isso não queremos repetir”.
Também segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, é necessário ainda retomar a construção das milhares de unidades que estão paradas. “Deixar obra paralisada é desrespeitar o contribuinte brasileiro”.
No novo programa habitacional, o governo pretende reduzir taxas e custos da remuneração de agentes financeiros para permitir que mais famílias tenham acesso a crédito imobiliário.
“Especialmente no Norte e Nordeste para famílias com até R$ 3 mil de renda familiar e nas outras regiões até R$ 2 mil”, adiantou à Rádio Bandeirantes o ministro do Desenvolvimento Regional.
Rogério Marinho foi entrevistado por Thays Freitas, Claudio Humberto e Pedro Campos, no Jornal Gente.
Fonte: Diário do Poder
Capacitações realizadas em São Paulo, Paraná e Santa Catarina reuniram profissionais do setor e reforçaram o compromisso da iniciativa com a disseminação de conhecimento técnico.
O encontro apresentou ao setor os avanços da ampliação do Selo da Qualidade da Cerâmica e do Porcelanato para o varejo, com destaque para a identificação dos produtos por QR Code e o fortalecimento da rastreabilidade das informações.
Consumidores e profissionais do setor poderão verificar diretamente na loja, por meio de um QR Code, se a cerâmica ou o porcelanato atende aos critérios técnicos do Programa Setorial da Qualidade (PSQ).