Setor manifesta que medida compromete as exportações para o principal mercado da indústria cerâmica brasileira.

Nesta segunda-feira, 22 de janeiro, o Governo Federal lançou o programa “Nova Indústria Brasil", plano elaborado para guiar o desenvolvimento da indústria no país até 2033.
Entre as metas estabelecidas está a disponibilização de R$ 300 bilhões, até 2026, para financiamentos geridos pelo BNDES,Finep e Embrapii, que serão disponibilizados para promover a "neoindustrialização nacional".
A Anfacer reconhece a importância do plano de ação para o desenvolvimento da indústria brasileira. A iniciativa é fundamental para aumentar a produtividade e competitividade no setor.
O setor cerâmico ainda destaca a relevância dos financiamentos voltados à bioeconomia e redução de pegada de carbono no setor industrial.
A indústria cerâmica nacional investe em uma produção cada vez mais sustentável e poderá ser beneficiada dentro deste novo modelo. Em 2023, a Anfacer junto à outras entidades, assinou um acordo pioneiro no Brasil entre dois APLs (setor cerâmico e o sucroenergético) para o fornecimento de biometano que aquecerá os fornos das indústrias. A meta é suprir em 50%, até 2030, a demanda de gás natural, combustível utilizado atualmente.
A cerâmica brasileira já é uma das mais verdes do mundo e tem menor pegada de carbono que dois importantes players internacionais, Itália e Espanha.
Setor manifesta que medida compromete as exportações para o principal mercado da indústria cerâmica brasileira.
Iniciativa promove o desenvolvimento de lideranças femininas e fortalece a presença das mulheres em cargos de gestão na indústria.
Entidade destacou a importância da indústria cerâmica brasileira para o mercado dos Estados Unidos e os impactos de uma eventual elevação tarifária