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Setor de materiais se une no FMC por maior protagonismo na construção civil

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Fórum será lançado no dia 12 durante a 24ª Expo Revestir, em São Paulo.

O setor de materiais deconstrução está se organizando de maneira diferente para entrar com força totalnos debates de políticas habitacionais e também nas pautas de sustentabilidadee inovação, como descarbonização e eficiência construtiva. São 16 segmentos maisrelevantes do setor, como vidro, cimento, alumínio, cerâmica, tintas e outrosque se reuniram em uma representação unificada que promete ser a nova voz dosetor. O Fórum das Entidades da Indústria de Materiais de Construção (FMC) serálançado oficialmente no dia 12 de março, durante a 24ª Expo Revestir, em SãoPaulo.

O fórum reúne a Associação Brasileira da Indústria deMateriais de Construção (Abramat) entidade que congrega dezenas de empresas domercado, e vai além ao engajar também as associações setoriais. Fazem parte dainiciativa a ABCEM, ABCLS, ABCP/SNIC, ABIVIDRO, ABRAFATI, ABRAMAT, AFEAL,ANFACER, ANICER, ASFAMAS, ASPACER, ASPEC PVC, BLOCOBRASIL, SINDICEL, SIAMFESP eABRAEsP. Outros setores da indústria de materiais também já sinalizaraminteresse em integrar o FMC.

Uma das prioridades do FMC neste momento está no ReformaCasa Brasil, programa de crédito popular do Governo Federal destinado areformas residenciais em áreas urbanas. O setor de materiais busca coordenar aparticipação deste elo da cadeia da construção civil no debate com o PoderExecutivo, Caixa Econômica, Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) eoutros órgãos de fomento. Com pauta propositiva, o FMC quer discutir temas comoredução de desperdícios, aumento de produtividade, inovação e redução deemissões de gases de efeito estufa. Custo da energia, qualificação demão-de-obra e normas técnicas também estão na agenda.

O Brasil tem um déficit habitacional estimado em seismilhões de unidades e mais de 25 milhões de habitações consideradas em estadoinadequado, das quais 10% são precárias, segundo dados do Ministério dasCidades. Por sua vez, a indústria de materiais de construção tem desafiossignificativos, como o alto custo de financiamento e complexidade fiscal. Osetor movimenta mais de R$ 62 bilhões ao ano e emprega cerca de 640.000 pessoasem todo o país.

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