Encontro reuniu representantes dos principais setores produtivos brasileiros atingidos pelas sobretaxas norte-americanas para mapear novos mercados e alinhar ações institucionais de inteligência e promoção comercial.


Foto: EBC
Se confirmado, resultado reverterá cinco quedas seguidas do setor
O Produto Interno Bruto (PIB) da construção fechará 2019 com crescimento de 2%, segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com isso, a sequência de cinco quedas do PIB do setor será interrompida.
De acordo com o Sinduscon-SP, o consumo das famílias teve forte contribuição para o crescimento do PIB da construção neste ano. Autoconstrução e reformas responderam por 3%, serviços especializados, por 2,5%, e infraestrutura, por 1%.
Não se espera expansão do segmento de edificações, em 2019, pois a retomada do mercado imobiliário só passou a se refletir nos indicadores de atividades nos últimos meses deste ano.
Para 2020, o Sinduscon-SP e a FGV esperam que o PIB da construção tenha expansão de 3%. Há expectativa de crescimento de edificações residenciais e de outros segmentos no próximo ano. O desempenho continuará a ser puxado por autoconstrução e reformas. Já obras de infraestrutura devem manter ritmo lento de recuperação.
No ano passado, o PIB da construção caiu 3,8% e, em 2017, teve retração de 9,2%. Os dados do terceiro trimestre mostraram o setor como um dos destaques. A alta de 1,3% no PIB foi interpretada por analistas como um sinal de que o “pior já passou” e uma indicação de que a retomada segue em curso. O PIB total registrou avanço 0,6% no período, resultado acima do esperado.
Encontro reuniu representantes dos principais setores produtivos brasileiros atingidos pelas sobretaxas norte-americanas para mapear novos mercados e alinhar ações institucionais de inteligência e promoção comercial.
A Anfacer é uma das apoiadoras do evento, que acontece em São Paulo, no dia 25 de agosto.
O design é parte da identidade da indústria cerâmica brasileira e cada vez mais central nas discussões sobre competitividade e transformação do setor.